quarta-feira, 20 de junho de 2018

Lautari


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Os Lautari não são exatamente um clã formal, como os outros. É muito provável que eles derivem de outros clãs históricos presentes na Romênia, como os Ursari, os Lovara ou os Kalderash. São essencialmente músicos.
A palavra romena “lautar” deriva de lauta, o nome de um instrumento de corda muito popular na região, e faz alusão a um grupo de músicos profissionais tradicionalmente composto por rhomá.
Lauta
Uma lauta.
É importante observar que nem todos os lautari eram compostos por rhomá, havia lautari compostos por escravos rhomá e por pessoas romenas livres, mas os rhomá sempre foram a maioria. Eram os preferidos por se considerar que possuíam as melhores habilidades musicais. Em tempos posteriores, também passaram a haver lautari judeus e turcos. A música étnica mais popular do Romênia, diga-se de passagem, é uma junção harmoniosa das habilidades musicais de rhomá e judeus.
Enquanto durou a escravidão romani, os Lautari rhomá tiveram trabalho garantido, tocando para animar as festas e reuniões de príncipes e boiardos. Depois da abolição, no século XIX, a maior parte deles deslocou-se para as regiões rurais em busca de novos trabalhos, que, na maior parte das vezes, ainda consistiam em tocar em casamentos, funerais, batizados e outras celebrações tradicionais da cultura romena.
A maior parte dos Lautari, mais uma vez à semelhança dos Boyásh, tem o romeno ou o húngaro como língua materna. Apenas uns poucos, normalmente descendentes dos Ursari ou Kalderash, ainda falam o romani.

Florari

Outro pequeno clã de rhomá originário da Romênia, embora hoje com presença marcada também na Hungria, Bulgária, Turquia, Sérvia, Holanda, Itália e França. Vivem, principalmente, do cultivo e do comércio de flores, como o nome deixa implícito. A palavra romena “floare” significa justamente flor.
Há pouca informação disponível sobre este clã, de maneira que eu não fui capaz de localizar dados demográficos ou sobre a língua em parte alguma. Mas é possível imaginar que a história de outros pequenos clãs se repita aqui – eles provavelmente descendem de um dos clãs maiores, absorveram o ofício durante a escravidão e, salvo poucos integrantes do grupo, a maioria já não deve falar o romani.
É claro que, em virtude das circunstâncias, não posso afirmar nada disso com 100% de certeza, mas, uma vez que se conheça certos marcadores sócio-culturais, é possível conjecturar com razoável segurança. Os rhomá, sendo nômades, nunca foram afeitos à agricultura. Logo, desenvolver o ofício do cultivo de flores apenas seria possível durante um período de forçada sedentarização – a escravidão. E um grande número de rhomá europeus já não fala o romani por um motivo muito simples – no contexto de uma sociedade em que o nomadismo se torna a cada dia mais impraticável e a assimilação cultural parece inevitável, o romani é uma língua em notório processo de extinção.
Esta é uma realidade terrível, que somente poderia ser remediada por um profundo processo de conscientização dos jovens rhomá, conscientização do valor e da necessidade da preservação do próprio patrimônio cultural. Esta é uma missão da nossa geração. Se seremos bem-sucedidos ou não é uma pergunta para a qual apenas ananke (o destino) sabe a resposta.
Acredito que cobrimos bem o grupo Rom, com seus clãs ou subgrupos. Naturalmente, algumas denominações não mencionadas poderão ser encontradas ao acaso em outros sites da internet, já que certamente existem outros clãs e o número de subgrupos catalogados aumenta a cada dia. No entanto, a maior parte dessas denominações refere-se a pequenos clãs, descendentes de um dos grandes aqui citados, ou são apenas nomes diferentes, relativos a distintas nacionalidades ou regionalismos, para os mesmos subgrupos de que já falamos. Os Ursari, por exemplo, ressalvadas as já discutidas diferenças regionais e de nacionalidade, também são conhecidos como Meshkare na Bulgária e Medvedara na Grécia.
Para finalizar esta seção, nós já mencionamos como, especialmente para o grupo Rom, a profissão é uma atribuição de família, quase um tabu, passada de geração a geração e do qual a intenção de afastar-se geralmente não é vista com bons olhos pela comunidade. É interessante observar como, neste sentido – e talvez de maneira não intencional – os rhomá parecem reproduzir o sistema de castas jatis da sociedade indiana, no qual a profissão está ligada de maneira indissociável ao destino (karma) da família e de todo o grupo.

ORGANOGRAMA EXEMPLIFICATIVO DA ORGANIZAÇÃO SOCIAL NO GRUPO ROM

ORGANOGRAMA

Sinti

Os rhomá do grupo genericamente denominado Sinti provém principalmente da Europa Central, sobretudo da Alemanha, França e Itália, mas também de países dos Bálcãs e, em menor proporção, do Leste Europeu. Os sinti, ou sinté, originaram-se do grupo que, uma vez na Europa, partiu da Grécia rumo ao oeste, atravessando a península balcânica, onde absorveu múltiplas influências, inclusive linguísticas.
Falam o sinti-manush, por vezes também referido como sintenghero tschib (língua sinti) ou sintitikes, uma variedade dialetal do romani com fortes influências da língua alemã. Manush, aliás, é a forma como se autodenominam e são conhecidos os sinti da França. Ao contrário do que já li em alguns lugares por aí, a palavra “manush” não é nome de nenhuma espécie de cargo religioso, coisa que, diga-se de passagem, não existe na cultura romani, mas uma palavra que, de maneira análoga ao substantivo “people”, do inglês, significa tão somente “povo”, “pessoas”.
A origem e o significado da palavra “sinti”, de contrapartida, são incertos. Imagina-se que o termo tenha sido adotado no século XVIII e há quem defenda que ele alude a uma ligação ancestral com o povo sindhi, uma etnia que vive numa província chamada Sindh, no sudoeste do Paquistão. No entanto, não há nenhuma prova que corrobore essa hipótese. Para outros, o termo deriva de uma antiga palavra do próprio dialeto sinti, cuja forma e significado originais perderam-se no tempo.
Assim como os rhomá do grupo Rom, os sinti também adotam profissões tradicionais, passadas de geração em geração, tais como ferreiro, joalheiro, músico, criador e comerciante de cavalos, etc. A diferença é que os sinti não se dividem em clãs determinados por essas profissões, como fazem com os Rom. Em uma mesma kumpania(comunidade) sinti pode haver, e invariavelmente há, indivíduos com as mais variadas profissões. Os sinti, assim como os calé, subdividem-se por regiões de procedência, as nacionalidades, referindo-se uns aos outros por terminologias diferentes, determinadas pelas regiões de que vieram ou onde vivem.
Eles teriam chegado à Áustria e à Alemanha no final do século XV, dividindo-se, num primeiro momento, em dois grupos – Estraxarja e Eftavagarja. O grupo Estraxarja originou-se dos que chegaram à Áustria, espalhando-se, posteriormente, pela Itália, Croácia, Eslovênia, Hungria, Romênia, República Tcheca e Eslováquia, assumindo denominações diferentes em cada um desses lugares. O grupo Eftavagarja, por sua vez, originou-se dos que chegaram à Alemanha, espalhando-se, posteriormente, pela França, Espanha, Portugal e, finalmente, Brasil.
Sinti - Brasil
Família Sinti proveniente da Itália. Recém-chegados ao Brasil, no início do século XX.
É comum ouvirmos dizer que os Sinti são mais suscetíveis à assimilação cultural, tendendo a abandonar mais rapidamente o nomadismo e até mesmo a ocultar as próprias origens em países fora da Europa, assumindo a condição de cripto-ciganos (ciganos que escondem que são ciganos). Não se pode negar que hoje a imensa maioria dos Sinti é realmente sedentária e vive fora das grandes comunidades rhomá, porém esse tipo de afirmação não é verdadeira para nenhum grupo rhomá em especial. A velocidade ou “disposição” com a qual rhomá dos mais variados grupos se deixam assimilar pelo mundo gadjé (não-cigano) está diretamente ligada às condições sócio-econômicas a que estiveram submetidos em seus países de origem, bem como ao nível de sucesso das inúmeras políticas anticiganas, aplicadas nos mais diversos países no intuito de promover a dissolução das comunidades rhomá.
É preciso observar que para comunidades escravizadas, fortalecer a união em torno de laços étnico-culturais comuns é uma estratégia de sobrevivência. Fenômeno semelhante aconteceu com a escravidão dos negros no Brasil. Já para comunidades perseguidas pela sombra de um estigma social, a coisa pode funcionar no sentido inverso. Livrar-se do estigma pode mesmo se tornar uma meta. Neste sentido, a imigração para as Américas, uma terra de pessoas naturalmente miscigenadas, surgiu, para muitas famílias Sinti, como uma fuga perfeita.
No Brasil, a chegada dos Sinti coincidiu com os diversos períodos migratórios ao longo do século XIX e início do século XX. Misturados às massas de franceses, italianos e alemães, eles chegaram ao país para ajudar a colonizar áreas rurais distantes e, principalmente, para substituir a mão de obra escrava nas lavouras de café.

Romanichal


romanichals
São rhomá originários do Reino Unido, encontrados principalmente na Inglaterra, Escócia e País de Gales (Grã-Bretanha). Algumas pessoas, hoje, tendem a considerar os romanichals como um grupo rhomá individual, o que nos deixaria com quatro grandes grupos ao invés de apenas três. Particularmente, acho isso um equívoco e não vejo porque não relacioná-los como uma nacionalidade sinti, a exemplo dos valshtiké e piemontákeri. Os romanichals provavelmente tiveram origem na mesma onda migratória que originou as demais nacionalidades sinti. Além disso, as semelhanças culturais são evidentes.
Diz-se que falaram o romani até o século XIX, quando ele foi gradativamente substituído pelo rummaness ou angloromani, uma variedade dialetal que mistura aspectos da língua inglesa ao léxico romani. Esse processo é bastante semelhante ao que deu origem ao sinti-manush.
É preciso observar que diferenças e regionalismos entre os dialetos falados pelos sinti são observáveis em praticamente todas as subgrupos, o que quer dizer que os sinti não falam, todos, um sintimanush igual e uniforme. Só para citar um caso clássico, os piemontákeri há muito tempo entraram em um processo de esquecimento da língua original, que foi praticamente substituída pelo antigo idioma piemontês (hoje em desuso pela maior parte dos piemonteses não-ciganos, uma vez que foi substituído pelo italiano comum).
Hoje é possível encontrar romanichals em praticamente todos os países anglófonos (em que se fala a língua inglesa), a exemplo da Austrália, EUA, Nova Zelândia, Canadá e África do Sul. Só nos EUA, atualmente, estima-se que haja mais romanichals do que em toda a Grã-Bretanha.

Calon

calé
Calon, ou calé, é a maneira como são conhecidos e se autodenominam os rhomá da península ibérica, a saber, Espanha e Portugal, embora também se possa encontrá-los no sul da França (sobretudo na Camargue), no norte da África (especialmente no Marrocos) e, mais modernamente, nas Américas.
A palavra “calon” deriva do romani caló, que significa “negro” e foi adotada certamente por causa do tom de pele escuro, mourisco, dos rhomá quando de sua chegada naquela região. A cor escura da pele também é a provável razão para a identificação fervorosa dos calé com o culto de Sara Kali (Sara, a negra) e de todas as Virgens Negras, um culto europeu antigo e misterioso com raízes pré-cristãs. Apesar disso, a miscigenação é um fato inegável, e hoje podemos encontrar rhomá com tons de pele, olhos e cabelos bem claros, não apenas entre os calé, mas em todos os grupos e subgrupos romani.
Um caso que se tornou bastante conhecido – e polêmico – na mídia é o da menina Maria, mais conhecida como “Anjo Cigano”. Ela foi encontrada pelas autoridades gregas vivendo em uma comunidade rhomá. Muito se especulou a respeito dela ter sido roubada de seus pais verdadeiros, o que irritou profundamente a comunidade rhomá no mundo inteiro. Mais tarde constatou-se, graças à exames de DNA, que Maria era realmente romie (cigana), e o caso dela acabou servindo para expor ao mundo o terrível preconceito e o racismo de que, lamentavelmente, ainda são vítimas os rhomá.
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A menina Maria, em imagem que se tornou mundialmente conhecida.
Maria, como é possível se supor, não pertence ao grupo Calon. Mas existem, na Espanha moderna, muitos calé loiros, de olhos verdes e pele clara. Principalmente na Andaluzia, onde a população romani é mais numerosa, está mais bem integrada socialmente e os casamentos interraciais são mais frequentes.
Os calé falam o caló, uma variedade de romani, ou pararomani, que resulta da mescla de uma série de línguas peninsulares, como o castelhano, catalão, galego e português, com alguma influência árabe e o léxico romani. Como acontece com outros dialetos para-romani, a exemplo do sinti-manush, o caló também não se apresenta com uma forma única, variando de acordo com o país ou região em que é falado. Em Portugal, por exemplo, onde suas influências principais são o galego e o português, o nome dado ao dialeto é calão. Já no Brasil, onde se mesclam às influências anteriormente citadas vários empréstimos de línguas indígenas locais, a língua dos calon se chama chibi, do romani tschib, que quer dizer, literalmente, “língua”.
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Uma família de calé brasileiros.
Os calé foram seguramente os primeiros rhomá a pisar no Brasil, num tempo em que o país ainda não tinha esse nome e sequer chegava a ser de fato um país, era colônia de Portugal. Em 1574, cumprindo pena por tráfico ilegal, o calon João de Torres, juntamente com sua esposa Angelina e os filhos, foi degredado para a Terra de Santa Cruz. Eles se tornaram, oficialmente, os primeiros rhomá em terras brasileiras. Extraoficialmente, porém, há quem acredite que pode ter havido outros antes disso, a começar pelas próprias caravelas de Cabral. Certamente há indícios que sustentam esta hipótese, embora nenhuma evidência corrobore a certeza.
Controvérsias a parte, o fato é que o trânsito de calé para as colônias portuguesas continuou acontecendo durante todo o período colonial, e é um dado histórico que muitos deles fizeram fortuna, notadamente com o tráfico e o comércio de escravos africanos. Hoje, os calé são a população rhomá mais numerosa e significativa do Brasil.
Na Europa, de contrapartida, a história é um pouco diferente. Se houve entre os calé aqueles que lograssem conquistar fortuna e prestígio social, suas histórias não são muito conhecidas. E, enquanto temos um registro do provável primeiro calon a aportar em nossas terras, a chegada dos rhomá na península ibérica é mais uma daquelas controvérsias para as quais os especialistas dificilmente chegarão em um acordo.
Alguns acreditam que os calé se originaram do mesmo movimento migratório que os sinti, vindos da Grécia rumo ao oeste. Para outros, é mais provável que eles tenham vindo do norte da África, cruzando o Estreito de Gibraltar. Neste caso, seriam os descendentes dos rhomá que não entraram na Europa pelo Bósforo, mas desceram a Jordânia até o Egito, de onde se espalharam pelo norte do continente africano. Isso explicaria, por exemplo, porque os calon não apresentam, em seu caló, nenhuma influência balcânica, como acontece com o sinti-manush, mas muitas influências árabes. Por outro lado, estas influências árabes podem ser apenas uma herança dos tempos de domínio mouro na península ibérica.
Como ocorre com os sinti, os calé também não se dividem em clãs determinados pela profissão, mas subdivisões existem por regiões de procedência, dentro e fora de Espanha e Portugal. Num primeiro momento, talvez não faça muito sentido chamar essas subdivisões de nacionalidades, já que muitas delas existem dentro de um mesmo território nacional. Mas é preciso observar que a noção de nacionalidade que temos hoje não estava tão bem definida nos primeiros séculos em que os rhomá se estabeleceram na Europa. Muitos países estavam divididos em diversos pequenos reinos, como era o caso da Espanha, e só vieram a se unificar em algum momento do século XX. Assim, acredito que o termo nacionalidade (nátsija, em romani) ainda pode ser usado com alguma efetividade, mesmo no caso dos calé.

Erromintxela

erromitxela
Os erromintxela são rhomá do País Basco. Embora o País Basco não seja propriamente um país (ao menos não quando este texto foi escrito) e tenha a maior parte de seu território na Espanha, os erromintxela não são calé, mas remanescentes de uma onda migratória kalderash que chegou à região atravessando a França, no século XV.
Eles se distinguem dos calé cultural e linguisticamente. Falam uma língua para-romani que também se chama erromintxela, algumas vezes referida como basco-caló ou euskara-romani, que resulta de uma mescla entre o vocabulário vlax-romani (dialeto romani falado pelos kalderash) e a estrutura do euskara, a língua não-cigana do País Basco.

PARA CONSERVAR A CASA PERFUMADA

Nada é mais agradável que uma casa discretamente perfumada, sugerindo higiene e limpeza. Há muitas formas de fazer com que sua casa tenha esse cheiro gostoso.
Um perfume discreto e agradável nos aposentos, gavetas e armários, lembra bem-estar, ordem e limpeza, além de refletir os cuidados da dona-de-casa.
O modo mais popular de se perfumar uma casa é com uma mistura de flores secas, que podem ser compradas em floriculturas ou em casas de ervas. Mas você pode também juntar em uma caixa as pétalas das flores frescas e até mesmo grama e esperar que sequem.
As fragrâncias devem ser escolhidas de acordo com o ambiente. Existem essências como: eucalipto, gerânio, heliótropo, jasmim, verbena, limão, flor de laranjeira, alfazema, pinho, rosa, sândalo, violeta e outras, encontradas em farmácias ou casas especializadas, em forma de óleos aromáticos e vendidas em vidros de vários tamanhos.
Para as gavetas e armários, os sachês já foram muito usados. Porém, hoje em dia não é fácil encontrá-los prontos.
Entretanto, com pedacinhos de tule, entretela ou qualquer fazenda fina, você pode preparar o seu sachê.
Faça pequenos saquinhos com os tecidos citados e coloque neles a erva de sua preferência ou pequenos pedaços de sabonete.
A seguir, você encontrará algumas sugestões fáceis, econômicas e eficientes para perfumar sua casa.
1 - Faça uma mistura de cascas de laranja, limão ou lima, picadas e junte a elas um pouco de cravo-da-índia. Deixe secar e espalhe em cantos da sala, principalmente em dias de festas ou ocasiões especiais.
2 - Algumas esponjas embebidas em sua essência preferida, colocadas em cantos discretos do aposento, vão torná-lo levemente perfumado.
3 - Para deixar os ambientes com aroma de pinho, derrame lentamente 1 colher (sopa) de terebentina em um pouco de água fervendo.
4 - Para uma mistura perfumada, junte 15 gotas de essência de alfazema, 35 pétalas de rosas vermelhas, 45g de bórax, 8g de canela em pó e 20g de cravo-da-índia.
5 - Queime um pouco de água de colônia num pires e perfumará o ambiente.
6 - O incenso, apresentado em forma de pequenas pedras, ou em palitos compridos, é também uma ótima forma para perfumar ambientes. Escolha o que melhor lhe aprouver.
7 - As velas também são utilizadas para decorar e perfumar. Podem ser encontradas com várias fragrâncias.
8 - Numa sala com muitos fumantes, a fumaça pode ser rapidamente absorvida pela chama de duas ou três velas.
9 - Para evitar que o cheiro de fumaça de cigarros, em dias de festas, se impregne pela casa toda: a) coloque no aposento, em cantos ocultos, vários pires contendo uma mistura de 1 colher (sopa) de amoníaco com 1 (colher) sopa de sua essência preferida; b) espalhe nos cantos pequenas vasilhas com vinagre.
10 - Pastilhas perfumadas são fáceis de fazer em casa e ótimas para perfumar gavetas, armários e até um cômodo: faça uma pasta de gesso e água de colônia e corte em pastilhas antes de endurecer.
11 - Nos armários de roupa com prateleiras forradas, coloque uma flanela previamente umedecida em sua essência preferida.
12 - Sementes de camaru-do-amazonas ou de patchuli espalhadas pelas gavetas ou sapateiras deixarão um delicioso aroma.
13 - Sachês são preparados em casa misturando 150g de íris-de-florença, 155g de benjoim, 150g de cravo e 250g de cálamo aromático. Reduza tudo isto a pó e coloque em saquinhos.
14 - Você obterá outro sache misturando 200g de flores de alfazema, 30g de benjoim 10g de cravo.
15 - Para dar um ar de frescor e um perfume suave às roupas, coloque nas gavetas 2 a 3 pêras ou com casca.
16 - Guardando sabonetes em gavetas, você terá sempre suas roupas perfumadas.
17 - Para conseguir um perfume diferente na cozinha, pendure maços de eucalipto ou feixes de orégano e coentro num dos cantos.
18 - Há ainda vários sprays purificadores de ar, apresentados em aromas específicos para cada ambiente.